Nota editorial: este conteúdo faz parte da Editoria Apartamentos Remanescentes, do ecossistema queroolhar.com. A queroolhar.com (BencBrasil Corretora) realiza a intermediação da venda entre construtora e cliente, conduzindo a jornada e a negociação de condições conforme a política comercial do empreendimento.

Um dos erros mais comuns na compra de apartamento remanescente é decidir olhando apenas o preço do anúncio. O problema é que o preço é só uma parte da história.

Para comprar com segurança (e com vantagem de verdade), você precisa entender o custo total: as taxas, despesas e custos recorrentes que entram antes, durante e depois da assinatura — especialmente quando o imóvel está pronto ou perto da entrega.

Quer ter clareza do custo total antes de avançar?

Na assessoria online pela queroolhar.com, a gente conduz sua jornada em 3 etapas:

  • entender sua demanda (perfil, região, orçamento e prazo);
  • fazer a curadoria das oportunidades remanescentes que fazem sentido;
  • mapear custo total, fluxo de pagamento e pontos de atenção antes de você avançar.

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Por que “custo total” é mais importante do que “preço”

Um remanescente pode parecer excelente no anúncio e, mesmo assim, virar uma decisão ruim se:

  • as taxas forem maiores do que você imaginava;
  • o fluxo tiver reajustes ou despesas que você não calculou;
  • o condomínio e custos recorrentes não couberem no seu mês;
  • o “barato” te obrigar a apertar o orçamento no limite.
Regra prática: a compra certa é aquela que você consegue sustentar com tranquilidade — não a que “cabe por um fio”.

Antes de listar custos: em qual fase está o remanescente?

Os custos mudam bastante conforme a fase do empreendimento. Antes de tudo, identifique:

  • Em obra (você ainda não ocupa agora)
  • Perto da entrega (os custos “de ocupar” chegam em breve)
  • Pronto para morar (custos imediatos começam rápido)

Essa resposta define o que entra na conta agora e o que entra depois.

Custos principais na compra de um apartamento remanescente

A seguir, os custos mais recorrentes que você deve considerar no seu planejamento. Nem todos se aplicam a todos os casos, mas você precisa saber que eles existem.

💰1) Impostos e custos de cartório (formalização)

Na compra de um imóvel, normalmente entram custos relacionados à formalização, como:

  • imposto de transmissão (quando aplicável)
  • escritura (quando aplicável)
  • registro do imóvel (quando aplicável)

Esses itens variam por cidade/estado e também pelo formato da operação, mas são parte relevante do custo total.

🏦2) Custos bancários (se houver financiamento)

Se você for financiar, é comum existir:

  • despesas do processo bancário
  • etapas de avaliação e formalização
  • custos vinculados à contratação do financiamento

Aqui, o ponto é: financiamento não é só parcela. Existe um custo de processo e um impacto no seu cronograma.

📊3) Entrada, sinal e fluxo de pagamento

Além do valor final do imóvel, você precisa planejar o desembolso por fase, como:

  • sinal/entrada
  • eventuais parcelas (principalmente em obra)
  • datas e prazos de pagamento

Atenção: em alguns cenários (especialmente em obra), esse fluxo pode ter reajustes. Isso precisa estar entendido antes de você considerar que “cabe”.

⚠️4) Reajustes e correções (quando existem)

Em remanescentes em obra ou com pagamento parcelado, é muito comum a surpresa vir de:

  • índice de reajuste
  • periodicidade
  • impacto no valor total ao longo do tempo

Se você não entende o reajuste, você não entende o custo total.

🏢5) Condomínio (custo recorrente)

Condomínio não é custo “secundário”. Ele é um custo mensal que pode:

  • apertar seu orçamento
  • reduzir sua folga financeira
  • influenciar liquidez (revenda/aluguel), dependendo do perfil do bairro

O ideal é avaliar condomínio junto com o que ele entrega de fato.

📦6) Mudança e ocupação (quando está pronto ou perto de entregar)

Quando o imóvel está pronto (ou próximo), entram custos práticos como:

  • mudança e montagem
  • adequações mínimas para começar a usar
  • despesas iniciais de ocupação

Esses custos variam muito, mas quase sempre existem — e precisam estar no seu planejamento.

🔧7) Adequações e personalizações (quando aplicável)

Mesmo em imóveis novos, pode existir necessidade de:

  • itens de marcenaria/mobiliário
  • ajustes para adequar à sua rotina
  • pequenas adaptações para uso imediato

O erro é supor que “está pronto” significa “zero gastos”.

📅8) Custos recorrentes além do condomínio

Dependendo do seu cenário, considere:

  • contas de consumo e manutenção
  • serviços e despesas do dia a dia
  • eventuais custos de seguros/assistências (quando aplicável)

O que importa: o imóvel não gera só “parcela”. Ele gera um custo mensal total.

O que normalmente pega o comprador de surpresa (e como evitar)

1) “Eu calculei a parcela, não calculei o resto”

A parcela pode caber, mas o conjunto (parcela + condomínio + despesas recorrentes) não.

2) “Eu vi desconto, não vi custo total”

Desconto só é vantagem se, no fim, o custo total e o fluxo continuarem coerentes.

3) “Eu ignorei o timing”

Em remanescentes prontos ou perto da entrega, os custos chegam rápido. Se você não planeja, você toma decisões pressionado.

Checklist rápido: o que você deve confirmar antes de avançar

Antes de dizer “vamos fechar”, valide:

  1. Fase do empreendimento: obra / entrega / pronto
  2. Fluxo de pagamento: sinal, entrada, parcelas e prazos
  3. Reajustes: se existem, qual índice e periodicidade
  4. Custos de formalização: impostos e cartório (quando aplicável)
  5. Custos bancários: se financiar, quais etapas e despesas
  6. Condomínio estimado: custo mensal e o que entrega
  7. Custos de ocupação: mudança + adequações mínimas
  8. Custo mensal total: parcela + condomínio + despesas recorrentes

Quer validar isso com clareza, sem retrabalho e sem “chute”?

Na assessoria online pela queroolhar.com, você descreve sua demanda e nós fazemos a curadoria das oportunidades remanescentes com uma leitura completa de custo total, fluxo de pagamento e pontos de atenção antes de você avançar.

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Perguntas essenciais para fazer (e não ficar no “depois eu vejo”)

  1. Quais custos entram além do preço do imóvel?
  2. Existe reajuste no fluxo? Como funciona?
  3. Qual é a previsão de custo mensal (parcela + condomínio + despesas)?
  4. Quais custos são imediatos (se for pronto) e quais são por fase (se for obra)?
  5. O que está incluso na unidade e o que não está?
  6. Qual é meu plano financeiro se o cronograma mudar? (principalmente em obra)

Conclusão: o melhor remanescente é o que fecha no seu orçamento real

Apartamento remanescente pode ser uma oportunidade excelente — mas a vantagem só é real quando você entende:

  • ✓ custo total (não só preço)
  • ✓ fluxo (e possíveis reajustes)
  • ✓ custos recorrentes (principalmente condomínio)
  • ✓ e o timing (quando as despesas chegam)

Próximo passo recomendado:

Se você quer sair do “parece que cabe” para “eu tenho certeza que cabe”, agende a assessoria online pela queroolhar.com. A partir do seu perfil, nós fazemos a curadoria das oportunidades e ajudamos você a avançar com uma jornada mais simples, fácil e assertiva — com custo total e condições claros desde o começo.

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Equipe Editorial queroolhar.com
Editoria: Apartamentos Remanescentes