Um dos erros mais comuns na compra de apartamento remanescente é decidir olhando apenas o preço do anúncio. O problema é que o preço é só uma parte da história.
Para comprar com segurança (e com vantagem de verdade), você precisa entender o custo total: as taxas, despesas e custos recorrentes que entram antes, durante e depois da assinatura — especialmente quando o imóvel está pronto ou perto da entrega.
Quer ter clareza do custo total antes de avançar?
Na assessoria online pela queroolhar.com, a gente conduz sua jornada em 3 etapas:
- entender sua demanda (perfil, região, orçamento e prazo);
- fazer a curadoria das oportunidades remanescentes que fazem sentido;
- mapear custo total, fluxo de pagamento e pontos de atenção antes de você avançar.
Por que “custo total” é mais importante do que “preço”
Um remanescente pode parecer excelente no anúncio e, mesmo assim, virar uma decisão ruim se:
- as taxas forem maiores do que você imaginava;
- o fluxo tiver reajustes ou despesas que você não calculou;
- o condomínio e custos recorrentes não couberem no seu mês;
- o “barato” te obrigar a apertar o orçamento no limite.
Antes de listar custos: em qual fase está o remanescente?
Os custos mudam bastante conforme a fase do empreendimento. Antes de tudo, identifique:
- Em obra (você ainda não ocupa agora)
- Perto da entrega (os custos “de ocupar” chegam em breve)
- Pronto para morar (custos imediatos começam rápido)
Essa resposta define o que entra na conta agora e o que entra depois.
Custos principais na compra de um apartamento remanescente
A seguir, os custos mais recorrentes que você deve considerar no seu planejamento. Nem todos se aplicam a todos os casos, mas você precisa saber que eles existem.
1) Impostos e custos de cartório (formalização)
Na compra de um imóvel, normalmente entram custos relacionados à formalização, como:
- imposto de transmissão (quando aplicável)
- escritura (quando aplicável)
- registro do imóvel (quando aplicável)
Esses itens variam por cidade/estado e também pelo formato da operação, mas são parte relevante do custo total.
2) Custos bancários (se houver financiamento)
Se você for financiar, é comum existir:
- despesas do processo bancário
- etapas de avaliação e formalização
- custos vinculados à contratação do financiamento
Aqui, o ponto é: financiamento não é só parcela. Existe um custo de processo e um impacto no seu cronograma.
3) Entrada, sinal e fluxo de pagamento
Além do valor final do imóvel, você precisa planejar o desembolso por fase, como:
- sinal/entrada
- eventuais parcelas (principalmente em obra)
- datas e prazos de pagamento
Atenção: em alguns cenários (especialmente em obra), esse fluxo pode ter reajustes. Isso precisa estar entendido antes de você considerar que “cabe”.
4) Reajustes e correções (quando existem)
Em remanescentes em obra ou com pagamento parcelado, é muito comum a surpresa vir de:
- índice de reajuste
- periodicidade
- impacto no valor total ao longo do tempo
Se você não entende o reajuste, você não entende o custo total.
5) Condomínio (custo recorrente)
Condomínio não é custo “secundário”. Ele é um custo mensal que pode:
- apertar seu orçamento
- reduzir sua folga financeira
- influenciar liquidez (revenda/aluguel), dependendo do perfil do bairro
O ideal é avaliar condomínio junto com o que ele entrega de fato.
6) Mudança e ocupação (quando está pronto ou perto de entregar)
Quando o imóvel está pronto (ou próximo), entram custos práticos como:
- mudança e montagem
- adequações mínimas para começar a usar
- despesas iniciais de ocupação
Esses custos variam muito, mas quase sempre existem — e precisam estar no seu planejamento.
7) Adequações e personalizações (quando aplicável)
Mesmo em imóveis novos, pode existir necessidade de:
- itens de marcenaria/mobiliário
- ajustes para adequar à sua rotina
- pequenas adaptações para uso imediato
O erro é supor que “está pronto” significa “zero gastos”.
8) Custos recorrentes além do condomínio
Dependendo do seu cenário, considere:
- contas de consumo e manutenção
- serviços e despesas do dia a dia
- eventuais custos de seguros/assistências (quando aplicável)
O que importa: o imóvel não gera só “parcela”. Ele gera um custo mensal total.
O que normalmente pega o comprador de surpresa (e como evitar)
1) “Eu calculei a parcela, não calculei o resto”
A parcela pode caber, mas o conjunto (parcela + condomínio + despesas recorrentes) não.
2) “Eu vi desconto, não vi custo total”
Desconto só é vantagem se, no fim, o custo total e o fluxo continuarem coerentes.
3) “Eu ignorei o timing”
Em remanescentes prontos ou perto da entrega, os custos chegam rápido. Se você não planeja, você toma decisões pressionado.
Checklist rápido: o que você deve confirmar antes de avançar
Antes de dizer “vamos fechar”, valide:
- Fase do empreendimento: obra / entrega / pronto
- Fluxo de pagamento: sinal, entrada, parcelas e prazos
- Reajustes: se existem, qual índice e periodicidade
- Custos de formalização: impostos e cartório (quando aplicável)
- Custos bancários: se financiar, quais etapas e despesas
- Condomínio estimado: custo mensal e o que entrega
- Custos de ocupação: mudança + adequações mínimas
- Custo mensal total: parcela + condomínio + despesas recorrentes
Quer validar isso com clareza, sem retrabalho e sem “chute”?
Na assessoria online pela queroolhar.com, você descreve sua demanda e nós fazemos a curadoria das oportunidades remanescentes com uma leitura completa de custo total, fluxo de pagamento e pontos de atenção antes de você avançar.
Perguntas essenciais para fazer (e não ficar no “depois eu vejo”)
- Quais custos entram além do preço do imóvel?
- Existe reajuste no fluxo? Como funciona?
- Qual é a previsão de custo mensal (parcela + condomínio + despesas)?
- Quais custos são imediatos (se for pronto) e quais são por fase (se for obra)?
- O que está incluso na unidade e o que não está?
- Qual é meu plano financeiro se o cronograma mudar? (principalmente em obra)
Conclusão: o melhor remanescente é o que fecha no seu orçamento real
Apartamento remanescente pode ser uma oportunidade excelente — mas a vantagem só é real quando você entende:
- ✓ custo total (não só preço)
- ✓ fluxo (e possíveis reajustes)
- ✓ custos recorrentes (principalmente condomínio)
- ✓ e o timing (quando as despesas chegam)
Próximo passo recomendado:
Se você quer sair do “parece que cabe” para “eu tenho certeza que cabe”, agende a assessoria online pela queroolhar.com. A partir do seu perfil, nós fazemos a curadoria das oportunidades e ajudamos você a avançar com uma jornada mais simples, fácil e assertiva — com custo total e condições claros desde o começo.
Equipe Editorial queroolhar.com
Editoria: Apartamentos Remanescentes